sexta-feira, abril 30, 2004

Vocês lembram como eram as revistas femininas de antigamente? Não! Não tão antigamente assim, por favor. Digamos que há uns quinze ou vinte anos atrás? (por que será que senti um peso nos ombros agora?) Minha irmã assinava um monte dessas revistas e eu, como toda irmã mais nova, gostava de fuçar e pentelhar tudo. Sabe guria metida a gente grande que já gostaria de ter crescido para usar e fazer tudo o que tinha lá? Era eu.

Cara!! As revistas daquele tempo eram muito diferentes das de hoje, principalmente nas dicas de beleza. As de hoje vem com 1001 opções de cremes, cada um com uma fórmula mais mirabolante do que a outra, prometendo resultados fantásticos em um espaço de tempo mais fantástico ainda, no melhor estilo isto-é-incríiiiiiiiiivel (sentiu a voz de Silvio Santos aí?). Ah! E não posso deixar de falar dos preços né?! Outro dia vi um cujo potinho de 15g custava a bagatela de US$ 1.800,00. Uma "pexinxa" né?! Se ele tinha ouro dentro?! Tinha!! Mas isso é só um (caro) detalhe.

Voltando... Naquele tempo, talvez pelo fato de o mercado não oferecer tantas opções quanto hoje, a ordem era "o que você pode fazer em casa para ficar com cara de pantera" (e essa expressão novinha? Abafa!!). Eram 1001 receitas caseiras de máscaras para cabelo, pescoço, pés, mãos, barriga etc e tal. Na verdade, parecia mais revista de culinária do que qualquer outra coisa. E, claro, minha irmã entrava na onda. As tardes de sábado eram as escolhidas por ela para, juntamente com uma menina que trabalhava lá em casa, colocar as mãos na massa (literalmente) e fazer da casa inteira uma espécie de "spa domiciliar".

Das gosmas que elas faziam, a que eu mais detestava era uma máscara para cabelo feita com babosa, azeite, ovo, mel e iogurte. Uma nojeira viscosa e mal-cheirosa. Sem contar que não era nada agradável ver aquelas duas criatuas andando pela casa com seus cabelos verdes-gomentos. Tinha também as rodelas de pepino sobre os olhos, os bifes para olheiras, a cara lambuzada de mel que servia de chamariz para um monte de bichinhos voadores, as mãos metidas em uma lama preta... Aff... Uma verdadeiro "inferno sobre a terra".

Falando em inferno, lembrei agora daquele tratamento contra-acne pelo qual todo adolescente passa. Hoje em dia tá fácil, fácil cuidar delas, porque as loções de enxofre não fedem mais. Mas, naquele tempo não tinha essa de disfarce. Tudo cheirava a enxofre mesmo. Os sabonetes, as loções, os cremes. Tudo. E pior que aquilo impreguinava e você passava deixando um rastro de quem acabou de vir do inferno. Um verdadeiro espanta-paqueras!!

A parte boa é que essa fase passa, as espinhas também e os avanços na medicina/tecnologia cosmética estão com todo gás. Tudo (graças aos bons deuses) muito limpinho e cheirosinho.

Ô maravilha.

A todos um ótimo final de semana. Beijos 1000 e tudo de bom.

quarta-feira, abril 28, 2004

A Loira ...

Lembro-me até hoje da primeira atividade feita na escola, das aulas de educação física, das brigas, da comida servida na hora do "recreio"...

De todas essas lembranças a mais engraçada e assustadora, é a da loira do banheiro.

Mulher de cabelos longos e louros, que usava roupas brancas esvoaçantes e tampões de algodão nas narinas. Contavam que abandonada pelo noivo no altar, suicidou-se e como castigo, haveria de penar por toda a eternidade, assombrando os banheiros das escolas (tanto lugar e essa criatura tinha que assombrar justo na escola!?). Alguns diziam tê-la visto, eu pra ser sincera, nunca fiz muita questão desse "encontro"...

As idas ao dito cujo (banheiro), sucediam-se sempre em grupo, o que tornava a batalha menos temível, o combinado consistia em gritar! Se alguém visse alguma coisa, não poderia fazer NADA, é verdade! Mas poderia gritar, se assim ainda tivesse voz!

O problema agravou-se num belo dia a tarde. Apertadíssima precisei ir ao banheiro sozinha, já que pedir para levar a escolta, estava fora de questão, então lá fui eu... Parada na porta (em cólicas), exitei... Não, não havia escolha, entrei!

O medo era algo do meu tamanho, meio que multiplicado por DEZ! As pernas tremiam, os olhos esbugalhavam-se... E assim "com um olho no peixe e outro no gato", tratei de fazer logo o serviço e saí de lá correndo! Que alívio! Eu escapara (ao menos desta vez).

De volta à sala, logo vieram as manifestações:

- Professora, algo cheira mal aqui!

Concordei, realmente, algo cheirava muito mal naquela sala e olhando minhas solas, respirei aliviada... Eu não pisei! Todos repetiram o gesto...

A volta pra casa teria sido quase perfeita, não fosse o comentário de um dentuço (que nunca gostei muito, não sei porquê):

- Hei! A alça do seu vestido está suja!

"Eu nunca mais usaria suspensórios... Isso traumatiza, viu!?"



terça-feira, abril 27, 2004

Ser Feliz

Felicidade pode ser uma coisa complicada. Não é fácil se feliz. Para inicio de conversa nossa sociedade não a aceita bem. Pense bem, o que vende mais noticia: Uma matéria sobre a violência nas grandes cidades ou a beleza de um pôr-de-sol?

É só olhar os jornais, até sai a matéria do pôr-de-sol, mas na capa, vemos estampados a violência. E não é só isso, até mesmo na religião, esbarramos com dogmas do tipo: é preciso sofrer para entrar no reino dos céus.

Então o paraíso será um lugar feliz, não aqui, não agora. O hoje deve ser banhado em lágrimas. Na literatura, no cinema, nas músicas, a felicidade passa ao longe. Filmes com finais tristes são sempre os mais lembrados, romances tipo Romeu e Julieta emocionam gerações, nas músicas, letras que falam da solidão e da dor, tocam de hora em hora nas rádios e os cantores vendem milhões de cds.

Vivemos viciados na tristeza. Os momentos felizes passam e sequer percebemos, tão entretidos em nossas dores que estamos.

E é com essa base que afirmo: Não é fácil ser feliz. Requer um certo esforço. Uma certa disposição. Necessário antes de tudo esquecer do que está ao redor. Perceber flores em canteiros destruídos, aromas em avenidas poluidas, a beleza do cotidiano na face cansada dos transeuntes.

Não. Realmente não é fácil. É preciso ter disposição para ser feliz. Um exercício rotineiro de sorrisos e abraços. Pois a felicidade se inicia em um sorriso. Apenas um. Dado com vontade, sem esperar retorno nenhum. Assim de repente, ao acordar e olhar para o/a companheiro(a), acrescido de um bom dia. Ou ao entrar no elevador e encontrar aquele seu vizinho de cara amarrada. Ou no trânsito parado. Ou em qualquer lugar, a felicidade se inicia com um sorriso.

Consolida-se com a percepção do todo. No lugar de acordar apressado, pensando no quão terrível pode ser aquele dia, iniciá-lo com a expectativa de boas novas. Olhar-se no espelho com os olhos da criança adormecida em você. Os mesmos olhos que contemplaram um arco-iris pela primeira vez.

A felicidade é construida de dentro para fora. Não adianta esperar que o outro, ou que a vida, lhe entregue assim em uma bandeija. Você tem que acreditar nela. Vivenciá-la em atos e falas. Pensar na resposta, antes mesmo da pergunta ser formulada.

E preciso, também, esquecer o que poderia ter sido e se concentrar no que já é, mas principalmente, acreditar no que ainda estar por vir. Descobrir a importância dos sonhos e no caso, de tê-los esquecido, relembrar cada um que tenha sonhado um dia. Perceber que tocar não pode ser tão dificil. Que um abraço é o que temos de mais forte. Cabendo a nós o primeiro movimento.

Enxergar o outro, não com os olhos embotados de desconfianças e insinuações. Mas livre do medo e das idéias pré-concebidas. Para ser feliz é necessário acreditar. No outro, na gente e na vida.

Embora isso possa parecer um manual prático de como ser feliz, não é. Por que a felicidade não se vende em supermercados ou livrarias. Encontra-se solta no azul do céu, banhá-se nas águas dos mares, rios ou cachoeiras. No verde das árvores e até mesmo no olhar triste do menino do sinal.

Não existem regras para ser feliz. Pois é uma decisão que cabe única e exclusivamente a nós mesmos. E de nada vale livros de auto-ajuda se nós não estamos dispostos a apostar na sua existência. É preciso ao acordar exclamar bem alto, para que até você mesmo ouça: Eu quero ser Feliz. E é assim, acreditando nisso, que a felicidade entrará em sua vida.

segunda-feira, abril 26, 2004

Por direito

Por direito, hoje, o sabonete deveria ser jogado pela Flávia. E teria cheirinho de erva-doce, porque é esse o sabonete que aquela moça falante e alegre, que esteve aqui semana passada, adora.

Por direito, hoje ela deveria estar aqui sorrindo, falando pelos cotovelos, contando suas histórias de "mulher macho sinsinhô".

Por direito, depois de tantas coisas que a vida lhe trouxe, ela deveria estar nos matando de rir com suas "caixas inteiras de lexotan" e com seu bando de "amigos doidos batendo na porta".

Por direito, as palavras deveriam ser dela mas, por dever, venho explicar a sua ausência: a vida, achando que ela não tinha passado por "poucas e boas" nos últimos tempos, a surpreendeu com a morte de um ente muito, muito querido. Ela, a morte, não rondou, nem mandou recado dizendo que estava para chegar. Ela apenas chegou, pegou quem queria e foi embora, deixando alguns estragos.

Por direito, nessa hora, ela quis ficar sozinha. Entrou no banheiro, fechou a porta e lá se desfez em lágrimas, porque não estava preparada para isso. Afinal quem nessa vida está? Preocupadas, batemos na porta e, depois de um tempo, ela saiu pedindo licença para andar além das paredes do banheiro, além dos muros da casa.

Mas a Flá é exemplo. É mulher guerreira e, por direito, está solta no mundo, buscando repostas a perguntas que ainda não ousou fazer. Procurando energia e força para reconstruir as estruturas e reparar os danos que a perda causou.

Nessas horas, as palavras parecem pouco... A nós só resta esperar ela voltar. E bem.

A todos uma ótima semana.

sexta-feira, abril 23, 2004

Apresentando a série: Soltando o Verbo - A Mentira é uma MERDA...

Alguém já reparou no mentiroso!? Aquele de carteirinha, que age com a cara mais deslavado do MUNDO, que olha no olho da gente e faz com que o SIM tenha "cor" e "som" de SIM, quando a gente sabe que o NÃO é na verdade, o que ele deveria dizer!?

Eu explico: Ouví muitas vezes aquela velha frase: “Os olhos não sabem mentir”...

Ora pois, se mais mentiroso ainda é quem inventou essa frase, já que o bom mentiroso não só mente, mas também convence... A ele e aos outros. Não só olha no olho como ainda faz você ficar em dúvida se não foi você quem se enganou e ouviu errado!!

Pós graduado na arte de mentir, o indivíduo fala (ou tecla) mansinho, tem na prateleira, um estoque de desculpas, o que não garante que a usada pela manhã seja a mesma usada pela tarde, e aí é que mora o perigo... A CONTRADIÇÃO!

Apanhado mentindo, o "meliante" se sente acuado, tenta inverter os papéis, fazendo com que você passe pelo mentiroso! Cuidado! Os presentes podem ficar convencidos disso, já que lábia o descarado tem bastante e numa dessas, o coitado que não mente (ou mente pouquinho, porquê ninguém é de ferro), pode ficar na história (como diz minha mãe):

“Mais sujo do que pau de galinheiro”...

E por falar em soltar... Ouvi dizer que quem “pey doll” nos comentários, está com a mão amarela! Quem será!? Risossssss...

Beijos e Bom findi procêis.



Ps: O banheiro estará fechado aos findis, porém quem estiver "apertado", pode usar à vontade, e é claro, espiar também!! Nos falamos na segunda-feira!

quinta-feira, abril 22, 2004

Na adolescência diluia lágrimas no chuveiro. A mãe perguntando na porta: Está bem? - Respondia abafada. Vapor da água morna sobre o corpo - Estou. Mas ali só começava um caminho novo. Estrada incerta que mal se abria. Também era paradeiro das descobertas: o corpo que desabrochava inquieto por sob as roupas largas, esconderijos perfeito para as mudanças.

Mas velha, era companheiro de noitada. No espelho, a boca se desenhando em vermelho, sugerindo designios ainda ocultos.

Comparsa do bando que fugia da aula para compartilhar segredos e descobertas na tranquilidade do azulejo ou ainda, das amigas, que trocando as pernas, trocam confidências, enquanto retocam maquiagens.

Hoje o espelho ainda reflete o olhar assustado da menina, o frio do azulejo, ainda abafa as lágrimas que insistem em se fazer presente, o chuveiro, ouvinte silencioso das canções que por um momento, a transforma em diva.

No banheiro não há espaço para máscaras. Ela pensa, enquanto se fita no espelho, e convida a quem, como ela, não tem medo de devassar a alma:
- Vamos bater um papo?

quarta-feira, abril 21, 2004

Quando você pensa em casar, morar, dividir a casa com alguém, o que vem a sua mente? À minha vem o que considero mais difícil: dividir o banheiro. Primeiro porque acho que é mais "particular" do que o nosso próprio quarto, segundo porque é aí que as diferenças saltam aos olhos: uma toalha molhada em um lugar que você não gosta, cesto de roupa suja aberto, sabonete cheio de pêlos que não são seus, um pano de chão encharcado encolhido num canto, creme dental espremido assim ou assado, pia suja, armário aberto e por aí vai. E é por causa dessas pequenas coisas que pequenos conflitos se tornam grandes guerras.

Essas dificuldades não são encontradas apenas em banheiros de casal, mas também em banheiros compartilhados por amigos, familiares, colegas de trabalho, etc e tal. Uma grande amiga dividia apartamento com mais três garotas que, posteriormente se tornaram minhas amigas. Lá, tudo o que tinha no banheiro, era etiquetado para evitar brigas: shampoo de Fulana, óleo de Beltrana, hidratante de Cicrana. E, mesmo assim, as confusões ainda existiam porque Fulana deixou a calcinha pendurada no chuveiro, Beltrana deixou a toalha em cima da pia e blá blá blá. E eu, como hóspede assídua (passava de 3 a 4 dias por semana lá), assistia tudo de camarote.

Mas era lá naquele banheiro causador de tantas brigas, que também tínhamos ótimos momentos. Era lá que nos maquilávamos para sair para balada; era lá que agarrávamos o vaso sanitário chamando "hugo" quando a cana tinha sido grande demais; era lá que alguém nos dava banho quando a cana tinha sido maior que "grande demais" e não nos aguentávamos em pé; era lá que, depois de perdermos a hora porque estávamos conversando bobagens, tomávamos banho todas juntas para apressar as coisas; era lá que fazíamos um salão de beleza, hidratando os cabelos; era lá, sentada no vaso, que ficávamos ouvindo as novidades de uma outra que estava tomando banho, enquanto mais uma secava o cabelo. É... Muitas histórias de banheiro.

E pra quem pensa que banheiro virtual é diferente, olha o dedinho "nan nan nin nan não". Não é não. Apenas a frustração é um pouco maior porque não podemos bater a porta, jogar o sabonete ou relaxar debaixo de uma chuveirada quente ;-)

Espero que nossas boas histórias, que começam mas não tem data prevista para terminar, ultrapassem em número-tamanho as más. E, como disse o Márcio, "Santo Lux Luxo!!"! Que os deuses nos ajudem ;-)

E vou ficando por aqui... E o cheirinho que eu deixo no banheiro é de óleo de maracujá que eu ADOOOOOOOOORO.

Beijos e tudo de bom.

terça-feira, abril 20, 2004

Nossa, que responsabilidade enorme ser a segunda a postar, principalmente sendo terça-feira o dia em que a babá está de folga...

Resultado: Só me resta postar de madrugada vindo da farra com algumas cervejas no quengo, não vai dar em boa coisa;

Inda mais vendo a quantidade de passantes/coments no banheiro é que a responsa aumenta; Vou logo avisando que eu sou chegada numa conversa, e pelo que dizem faço parte do grupo seleto de tagarelas inveteradas.Nordestina que tomou água de chocalho ( vendo a cara do povo de o - que -é- isso???? rs)...

tradução:água de chocalho, tb conhecida como água de janeiro, é uma água dada pelos pais nordestinos, pra o neném recém parido, pra que é mesmo fale logo, antes de 1 ano, mas que pode causar um sintoma terrível do mesmo falar muito pela vida inteira;

Vale salientar, que não encontrei a "chave" daqui e quase fico na rua... sorte de quem tem irmã gema virtual, não fica na mão. Nossa quanta gente me olhando pelo espelho... e eu com essa cara de nada, fazendo de conta que esse papo tá muiiiiiiiito interessante.... pq timidez tb é uma das minhas faces/metades.

Mas como esses primeiros posts são de apresentações, a responsabilidade diminuí um pouco. E vou fazer de conta que estou conversando abobrinha com as meninas, como fazemos sempre no msn, afinal essa foi a finalidade do blog: Amenidades...

Então espero que esta nossa nova casinha, nos traga momentos felizes assim como nossas conversas diárias, avisando que o compartimento de remédinhos controlados é de minha responsabilidade e quando estou na Lua cheia gosto de tomar a caixa toda... pq alegria de doido é com certeza ver outro na porta, e eu?

Eu encontrei 4, tem mais alguém pra completar o bloco manicômio?

(saindo do banheiro correndo pra dar mamadeiras, pq sou metade/tímida/tagarela/ mamãe/limpinha/defamília; deixando a bola pra gema Jady)

segunda-feira, abril 19, 2004

Sabe naqueles dias em que NADA está bom e TUDO parece estar fora de alcance!? Num dia destes, o papo rolava solto... Era uma conversa amiga, falávamos sobre bom senso e de como seria bom se pudéssemos comprá-lo, a boas doses, alí na esquina, na padaria, na farmácia, enfim...

A conversa acabou se estendendo e a gente pensando...
Há tanta coisa a ser dita, tantas coisas que nunca falamos, tantas "bobagens" guardadas, quando poderiam ser compartilhadas...

Compartilhar... Porquê não!?

E antes assim fosse, o SER HUMANO se unisse para fazer só o bem, para falar de sentimentos numa roda de amigos, Real ou Virtual? Não importa...

A imaginação alçou voo e as pessoas se uniram, pessoas diferentes... mundos diferentes... Flávia, Jady, Paty e eu. No quê vai dar isso!? Ainda não sabemos...

Seja como for, penso que o lugar não poderia ser melhor...
Alguém aí poderia sugerir um lugar melhor que o banheiro para se "vomitar" todas as nossas ansiedades, medos e frustrações?

Se for para falar de alegria, que atire o primeiro sabonete quem nunca tomou um banho demorado, quem nunca tomou um daqueles porres de vomitar até a alma ou cantou (desafinadamente) em baixo do chuveiro!?

Quer saber, acho que vai ser divertido! E se você quiser vir com a gente, vai ficar melhor ainda!

Beijos!

"Alguém viu o sabonete!?"